Na mensagem em que falei sobre a constatação de que “incompetentes não percebem que são incompetentes”, meu aluno Claudemir Medeiros respondeu com uma distinção importantíssima:
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Bom dia Felipe, parabéns por mais um belo “lembrete”.
Certa vez lendo algo na internet vi uma divisão que colocava ainda dois níveis de competência, de maneira que existiriam competente consciente (aquele que é competente e é consciente da competência), o competente inconsciente (que é competente mas não tem consciência) e o mesmo se aplica para os incompetentes.
E eu acredito que o primeiro passo é tomar consciência da própria incompetência para então procurar o “tratamento”. Seus vídeos e textos me ajudam a tomar consciência dos mais variados itens onde sou incompetente e me torna em incompetente consciente. E, para os casos onde a incompetência é identificada, os vídeos com exercícios para tratá-los ajudam a resolver e passar do estágio de incompetência para o de competência.
Mais uma vez parabéns pelo trabalho e que continue nos tornando cada vez mais conscientes das incompetências e, melhor ainda, a sair do estágio de incompetência para o de competência.
Abraço.
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De fato!
Acho que não ficou claro na minha mensagem anterior:
Parece que existe um tipo de incompetência que é cega pra si mesmo.
Não me interessei em saber se os psicólogos acham se isso é irreversível ou não.
Mas o Claudemir tem toda razão…
A estratégia dele é a mais correta.
Em algum sentido meu trabalho por aqui trate-se de ajudar o aluno a se diagnosticar…
E, claro, encontrar o tratamento correto.
Um verdadeiro tratamento online de incompetência.
(Pelo menos da incompetência ao piano)
Então, ficar atento às mensagens e aos vídeos é essencial pra saúde pianística do aluno.
#ficadica
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