Guia rápido de figuras rítmicas para iniciantes
Veja aqui as 4 figuras rítmicas básicas que já dão acesso a muitas partituras:
A maior Fake News musical de 2025
Me deparei com uma farsa sendo vendida como o futuro da arte…
E não só isso:
Vamos tentar desvendar o segredo por trás da longevidade de lendas musicais que se recusam a se “aposentar”…
E mais:
Vamos confrontar a verdade incômoda sobre as escolas de música que, ironicamente, parecem ter esquecido o que é beleza.
Tudo isso neste novo vídeo aqui:
O segredo que poucas escolas de música ensinam
Você já reparou como a maioria dos músicos entende harmonia musical?
Entendem como:
I – V – I.
ii – V – I.
vi – IV – I – V.
Ou seja, fórmulas decoradas e receitas prontas.
Quer saber o mais espantoso?
Funciona.
Muitos músicos de sucesso tocam exatamente assim.
E substancialmente não há nada de errado nisso, a não ser talvez a pasteurização incrível da música, onde todas se parecem muito pois todas seguem um padrão do que “está funcionando atualmente”. Claro, isso funciona muito bem, ainda mais se levarmos em conta a opinião de que se está dando dinheiro e fama, então tudo bem, não importa se o sujeito não sabe dar desenvolvimento às fórmulas.
Bem, as fórmulas oferecem conhecimento prático.
Especialmente para quem está começando.
Eu ensino muitas fórmulas para meus alunos.
Mas existe outro nível.
Mais difícil.
Mais sutil.
E mesmo poucos conservatórios e escolas consagradas ensinam.
Aqui está a diferença:
A maioria ensina harmonia como fórmulas para aplicar.
Alguns poucos ensinam como conceitos para entender.
É como a diferença entre decorar a fórmula de Bhaskara e entender o que ela significa e porque faz sentido.
Ambos chegam na resposta certa.
Mas um sabe o PORQUÊ.
Como eu disse, isso é muito difícil.
Portanto não é para todo mundo, e isso é realmente normal.
Agora, o que eu não acho normal é o baixo número de gente interessada nisso, e falo isso de músicos profissionais. Sim, a música atual, do pop ao erudito, está num certo baixo nível, mas não adianta só constatar isso, deveria ter mais gente interessada na parte profunda, porque é dessa parte profunda que emerge oxigênio pra renovar a superfície.
Posso estar errado?
Posso.
Essa pode ser uma opinião tosca e nostálgica?
Pode.
Mas também pode ser que não.
Como vamos saber?
Hoje essa resposta não interessa.
O que interessa é:
Você já aplicou hoje as fórmulas necessárias para tocar uma música bem, com corpo e alma?
Não?
Então pare de perder tempo com essas minhas curiosidades musicais e vá imediatamente pro piano.
Se você não sabe o que fazer pra dar corpo e alma pra música, entre para o meu curso aqui:
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NOVO VÍDEO: Opinião sincera sobre Concursos de Piano
Veja aqui a minha opinião sobre a polêmica existência dos concursos de piano na música clássica:
Gengis Khan no piano, ou: A Psicologia da Conquista Musical
Em pouquisíssimo tempo (algo em torno de 25 anos), Gengis Khan conquistou o que dizem ser o maior império de extensão territorial contínua da história, mais conhecido como Império Mongol.
Em 25 anos?
Então deve ter sido uma loucura violenta e sangrenta.
Talvez tenha sido.
Mas ninguém vai chamá-lo de incompetente, certo?
E já vou chegar logo na parte conclusiva:
A maioria de nós se comporta como pianistas incompetentes.
Somos bonzinhos, somos cordeirinhos, só queremos nosso desejo de tocar aquela música tão gostozinha…
Na prática?
Pura incompetência.
E não estou falando de incompetência de não saber tocar, de ter dificuldade ou não ter dom.
Nãããão…
Estou falando da incompetência tática e estratégica.
Então vamos lá aprender isso com o sanguinário Gengis Khan:
- Ele nunca tentava conquistar territórios que não pudesse manter.
- Nunca avançava sem consolidar o que já tinha conquistado.
- Nunca se estendia além de suas capacidades logísticas.
E o mais importante:
- Sabia quando parar uma campanha e quando avançar.
O que isso tem a ver com piano?
Vejamos:
Como eu disse, a maioria de nós aje como um incompetente: atacamos territórios impossíveis de conquistar. Avançamos sem consolidar as posições. Estendemos linhas de suprimento até o ponto de ruptura. E depois nos perguntamos por que estamos sempre perdendo a guerra.
Talvez você conheça o cenário:
MESES na mesma música.
Tropeço atrás de tropeço nos mesmo trechos.
A interpretação nem começou porque as notas estão uma bagunça.
E a frustração?
Maior a cada dia.
Então vamos traduzir a estratégia do sanguinário conquistador para nós tão maravilhosas pessoas com intenções tão sublimes:
Precisamos de músicas que dominamos com, muita atenção aqui:
Com esforço moderado, em tempo razoável.
Se após SEMANAS de consistência, você ainda não consegue tocar um trecho significativo com fluência, a tal música está além do seu esforço moderado. Se você está há MESES na mesma música e ainda comete erros básicos, você está tentando conquistar território demais de uma vez.
(repare que falei de “consistência”)
Você precisa de conquistas graduais.
Pequenas vitórias.
Vitórias que vão manter você e seus soldados, digo, seus dedos motivados.
Sem isso?
Piano vira frustração e não prazer.
Cada pequena conquista bem-sucedida aumenta a confiança para a próxima.
Encontrou uma música mais adequada?
Ótimo!
Assim você recuou estrategicamente.
O que fazer com essa música mais adequada?
Divida-as em territórios menores e conquiste um por vez.
Celebre cada vitória, por menor que seja.
Por quê?
Por que somos tontos que se satisfazem com qualquer coisa?
Não!
Porque é a pequena vitória que constrói o seu império pianístico.
Quer descobrir exatamente como obter pequenas vitórias dia a dia, vitórias que colocam habilidades pianísticas ao seu alcance, seguindo um equilíbrio perfeito entre desafio e conquista para o seu nível atual?
Conheça o Método Real de Piano aqui:
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5 técnicas para músicos combaterem o nervosismo
No “Piano News” de hoje:
* As frases memoráveis do pianista filósofo Alfred Brendel
* Treino mental para tocar na frente dos outros
* E: Técnicas científicas para conquistar o medo de palco.
Assista agora mesmo aqui:
Estou sem nenhuma paciência hoje
Estou sem paciência hoje.
Não com você em particular.
Mas principalmente com o velho comportamento de complicar pra reclamar.
Veja bem:
Um dos primeiros vídeos que gravei para o Youtube foi pra dizer que velocidade no piano não é importante.
(aliás, depois de alguns anos até regravei esse vídeo)
O que será que isso quer dizer?
Que você pode tocar uma nota hoje e outra amanhã e que isso vai formar a Sonata ao Luar depois de alguns anos?
Claro que não!
Só um estúpido pensaria isso.
(sim, teve youtuber grande que gravou vídeo logo depois pra dizer que velocidade era importante)
Santa paciência!
(justo hoje que me falta ela)
“Velocidade não é importante” é uma maneira de dizer que velocidade (ou agilidade) vem depois. Ela não é a primeira coisa. E se você buscar por ela primeiro, não vai alcançá-la jamais. A prática lenta é fluida, e a fluidez é veloz. Uma coisa depois da outra.
Pronto, qualquer tonto entende, não?
Mas claro que o assunto é mais complicado.
Qual assunto não é, poxa?
Até fazer pipoca é complicado se a gente resolve definir tudo nos mínimos detalhes.
Afinal de contas, de qual velocidade estamos falando?
Do Lang Lang?
Do pianista que embola todas as notas que passou em algum show de TV?
De conseguir tocar +4bpm no metrônomo?
E se você está como eu assim hoje, sem paciência pra fazer o que tem que ser feito, qual a solução?
Recriar o mundo para as coisas serem diferentes?
Se você quer desistir, bem então que desista.
O tempo vai passar sem esperar a sua sagrada motivação.
E nada nos dá maior lição sobre velocidade do que o tempo que passa.
Se a sua paciência com baboseiras está no limite, então chega de brincadeiras, entre para o curso que leva adultos até a Pour Elise de Beethoven, realmente desenvolvendo habilidades e não copiando tutoriais, aqui:
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Por incrível que pareça: o pianista faz mesmo ao contrário
Pense comigo:
Um lutador de boxe deve treinar tão intensamente quanto uma luta real de boxe?
Um piloto de fórmula 1 deve fazer algo semelhante?
E uma bailarina?
A resposta:
Nem mesmo se eles quisessem poderia ser “tão intensamente”.
Mas o fato é:
Eles nem querem.
O boxeador não quer se machucar antes da luta.
O piloto não quer destruir o carro antes da corrida.
A bailarina não quer o desgaste inteiro da apresentação em um ensaio.
E não só isso:
Mesmo que o boxeador, totalmente fora de si, arrumasse um parceiro de treino pra boxear como se fosse uma luta real, nem que o piloto colocasse vários adversários falsos pra treinar uma corrida, e mesmo que a bailarina colocasse o cenário e o figurino inteiro pra dançar do começo ao fim, mesmo assim nada disso seria suficiente para reproduzir a real “pressão” do dia da luta, da corrida, ou da apresentação.
Aí chegamos no ponto crucial:
Então basta que o pianista faça o mesmo, não é?
É praticar Sonatina e tocar Liszt.
Não!
A analogia com o boxeador, o piloto, e a bailarina ficou incompleta.
Eles não querem a intensidade do dia “oficial” ao praticarem.
Mas tecnicamente falando, ao praticar, eles estão um degrau acima.
O boxeador treina esquivas mais exageradas do que precisa.
A bailarina força aberturas por mais tempo do que no grande dia.
E o piloto não sei o que faz, mas aposto que é algo semelhante.
Nos detalhes técnicos, sua prática está um degrau acima…
E no dia da “pressão real” todo o nervosismo e as vozes fantasmagóricas de que “você não consegue” se desfazem ao se deparar com o domínio técnico que realmente conseguiu desenvolver na prática. O domínio fica tão evidente, que faz desvanecer qualquer nervosismo.
É isso que o pianista faz.
No seu modo de “prática”, ele está tecnicamente um degrau acima.
No seu modo “tocar”, ele está preservado pela “reserva técnica” que acumulou em prática e, portanto, pode tocar com tranquilidade e realmente dar vida à música.
Quer saber exatamente o que você faz dia a dia para estar um “degrau acima” do seu nível atual?
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Como tocar escalas no piano com mais velocidade
Depois de ganhar fluência no gesto das escalas no piano, aqui estão 5 ajustes para ganhar velocidade:
O que a “perfeição” musical jamais vai te contar
Não conheço outro tipo de músico além do pianista que gosta de justificar tudo pelo “ainda não está perfeito”.
“– Toque aquela música tal, fulano…”
“– Não, ainda não está perfeita…”
“– Sicrano, você já pode partir pra próxima lição…”
“– Mas como assim? essa lição aqui ainda não está perfeita…”
“– Vou tocar essa, mas vou tropeçar… ainda não está perfeita…”
Talvez você já tenha me ouvido falar da etapa de “colocar a música em pé”. Dependendo do nível, essa etapa equivale a 70% de tudo o que você pretende fazer. E depois disso entram os outros 30% que vão ser a eterna desculpa de muitos pra nunca avançar, pra nunca se colocar em ação.
Bem, essa falsa exigência de perfeição nunca vai te contar isso:
É tocando pra valer…
Mesmo que ainda não esteja perfeito…
Que você descobre onde o buraco é mais embaixo.
É ali que é se vê o que você realmente aprendeu…
E o que precisa de ajuste.
Aquele detalhe rítmico que escapa.
A dinâmica que não convence.
A transição que trava e engasga.
Esses 30% que faltam são um refinamento que você descobre na ação.
E pra não ficar só no blá-blá-blá, você topa um desafio?
Escolha alguma música que você acha que já está de pé.
Toque-a do início ao fim, como se fosse uma performance mesmo.
Utilize o que for necessário pra isso.
A presença de alguém…
A gravação em vídeo…
Tocá-la em outro instrumento.
Preste atenção nos pontos onde a fluidez se quebra.
Onde a música não anda como você esperava.
Use esses tropeços como bússola.
Assim seus 30% vão ser reais e palpáveis.
E não mais uma desculpa esfarrapada.
Pra realmente aprender a colocar uma música em pé e o que fazer pra conquistar os 30% finais, entre para o curso “Do Zero à Pour Elise” aqui:
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