NOVO VÍDEO: Como nomear acordes MISTERIOSOS no piano
Aprenda a identificar e nomear acordes misteriosos no piano com este segredo aqui:
O que é técnica de piano
Quando a gente pensa em técnica pianística, é normal uma certa nuvem de palavras pairar na nossa imaginação.
Algumas dessas palavras são:
* Exercícios
* Truques
* Velocidade
* Agilidade
* Flexibilidade
* Frescura
E essa associação de palavras não está errada, não.
Desenvolver técnica tem a ver com exercícios.
Muitas soluções técnicas são aplicadas com fórmulas e truques.
O resultado de uma boa técnica é o aumento de velocidade, agilidade e flexibilidade.
E algumas opções técnicas são feitas por frescura.
(alguns se defenderiam dizendo ‘estética’)
Mesmo assim, é uma pena que muitos se limitem a essas palavras.
Por quê?
Porque técnica não é isso.
‘Técnica’ é a maneira mesmo que você toca.
Você tem uma intenção de realizar algo.
Você realiza essa intenção de alguma maneira.
E essa ‘alguma maneira’ é a sua técnica.
Então mesmo que queira tocar algo simples, algo que não exija velocidade, nem agilidade, mesmo assim, essa coisa simples pode sair uma porcaria, porque muitas vezes nós não temos o controle necessário do nosso corpo pra realizar o resultado real de acordo com nossa intenção, mesmo em coisas simples.
Aí muita gente tira duas conclusões:
1) Não tenho dom, portanto desisto.
2) Não quero velocidade, não quero fazer exercícios, nem gosto de frescura, então tenho que descobrir o truque pra alcançar a intenção.
E começa a busca louca pelos truques.
É uma pena mesmo.
Tudo se tratava em transferir a sua intenção por meio do seu corpo, buscando desenvolver a capacidade de melhorar essa transferência…
E acaba que o resultado é a desistência…
Ou o acúmulo de truques mal feitos…
Sempre achando que no próximo truque tudo vai se resolver.
De todos os pilares que formam a arte de ‘tocar piano’, o pilar técnico é com certeza o mais desprezado.
Não só isso:
É o que mais prende os que começaram adultos no labirinto da estagnação.
Por isso uma das missões que assumi pessoalmente é levar os interessados a enxergar isso e tomar o caminho de conquistar sua técnica.
Espero que um dia você enxergue isso claramente.
Pra entender como um adulto iniciante se desenvolve nesse pilar técnico, veja este vídeo:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
Por que 72 bpm pode não ser 72 bpm
Tem gente que vê esse negócio da marcação metronômica registrada pelos compositores da seguinte maneira:
Beethoven escreveu 72 BPM na partitura?
Então tem que ser 72 BPM.
Nem 71, nem 73.
Exatamente 72.
Como se Beethoven fosse um relógio suíço.
Sei que a tradição musical não tratava o andamento/velocidade assim.
Nem mesmo quando se passou a adotar o número exato de BPM.
Na época de Beethoven, os músicos já consideravam essas marcações como flexíveis.
Ninguém tinha pudor em tocar a 69, ou 66.
Será que Beethoven ficaria irritado com isso?
Pode ser que sim…
Mas e daí?
Bem, eu vejo esse negócio do andamento de duas maneiras: 1) essa flexibilidade não é apenas inevitável, mas natural e saudável. Ela depende até do momento do músico, do lugar em que ele vai tocar, e do público pra quem ele está tocando. Talvez nessa nossa época seja sensato lembrar que ‘flexibilidade’ não significa ‘distorção’, e que até mesmo quem diz que ‘não há limites pra adaptação’, realmente não acredita nisso…
Mas aqui não é bem o lugar pra discutir isso.
Agora a segunda maneira que vejo isso é mais especial pra nós:
2) Você precisa compreender o seu próprio andamento/velocidade:
Você define o seu andamento de prática…
E define seu andamento ‘alvo’.
E adapta o seu dia a dia a partir disso.
Se a música ficar desfigurada, é provável que deu um passo maior do que as pernas.
Se conseguiu avançar do andamento de prática em direção ao alvo…
Maravilha!
O caminho está bem traçado.
E assim você fica longe dessa confusão e da ansidade de correr atrás do BPM do papel.
Pra seguir o passo a passo já pronto, sem ter que adivinhar o caminho bem traçado, siga o Método Real de Piano aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
Os segredos do caderno de Bach para iniciantes ao piano
O quanto você conhece da porta de entrada oficial da música de Bach?
Bem, aqui está um guia essencial para o famoso “Caderno de Anna Magdalena Bach”:
A Bizarra História dos Cantores Castrados
Esqueça por um momento o que você imagina que seja o mundo da música:
De um lado, uma nação gelada que promete dar vida a uma revolução sonora (será mesmo?), provando que a inovação pode surgir de lugares inesperados (e desconhecidos da maioria).
Do outro, uma prática ancestral e perturbadora que forjou vozes ‘divinas’ através de uma crueldade indizível: os famosos cantores castrados.
Veja a arte sob uma luz completamente nova (e um pouco perturbadora) aqui:
A teoria musical que você pode ignorar tranquilamente
Você sabia que o tritono é chamado de “diabolus in musica”?
Que na Idade Média era considerado o intervalo do diabo?
Que foi proibido pela Igreja?
Ou melhor: você sabia que isso é mentira, que esse intervalo jamais foi proibido?
Que maravilha!
Eu gosto muito de todo tipo de história e curiosidade musical. Esse tipo de contato fora da prática do piano, pode ajudar muito a nos manter no clima e até pode aumentar a nossa motivação. Agora, outra coisa é óbvia: nem toda motivação do mundo vai adiantar sem a mão na massa…
E outra:
Cadê a reclamação do “não tenho tempo pro piano”…
Quando o acúmulo de curiosidades passa do limite?
Uma curiosidade não vai te ajudar em nada a tocar piano.
(pode impressionar alguém numa conversa)
Então, se você acumula:
* Nomes complicados.
* Histórias fascinantes.
* Explicações que parecem profundas.
Enquanto continua travando no mesmo trecho musical…
Bem, meu caro nerd:
Saber que o tritono é diabólico não resolve o problema dos seus dedos.
Não melhora seu ritmo.
Não te ensina a ler com mais fluência.
É só… informação.
Bonita, interessante, mas inútil para quem quer tocar.
Não adianta esconder isso sobre o manto de “teoria musical”.
Não é.
Parece que você está “estudando sério”, mas se é verdade que você tem pouco tempo, então o pouco tempo que tem precisa ir para o que realmente funciona, como, por exemplo (um exemplo singelo e que poderia abarcar outras coisas): gestos musicais, leitura de uma música nova, divisão da prática em etapas mais eficientes, controle rítmico…
O resto?
Pode deixar pra depois.
Muuuuito depois.
Assim você dá atenção às prioridades e continua trilhando o caminho para a conquista musical.
Aliás, se você quer parar de enrolar e realmente trilhar um caminho seguro, saiba como sair do zero até chegar na Pour Elise, de Beethoven, aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
Mozart era um vendido
Se Mozart fosse um desses artistas puros que só fazem arte pela arte, você provavelmente nunca teria ouvido falar dele.
A verdade é que Mozart compunha pra agradar.
Sim, claro, talvez às vezes ele torcia o nariz…
Mas ele sabia que tinha que pagar as contas…
Portanto o público precisava gostar do resultado.
E funcionava.
Em muitas ocasiões foi um sucesso de bilheteria.
As sinfonias animavam os salões.
Os concertos para piano?
Puro entretenimento.
Será que poderíamos chamar o que Mozart escrevia de música popular? Olha, pense comigo: 1) melodias fáceis de lembrar, 2) ritmos que grudavam na cabeça, 3) harmonias soavam um tanto familiares. Além do que, ele tinha quase nada daquela pose de “vou educar as massas ignorantes”.
Bem, seja lá o que aconteceu…
O que era entretenimento virou “cultura erudita”.
O que era popular virou “clássico”.
(mesmo ser considerarmos apenas a Áustria)
E aí apareceu essa história de que música boa tem que ser difícil.
Com isso não quero dizer que música precisa grudar pra ser boa.
É óbvio que nem toda música que gruda vale a pena.
Mas o ponto é:
Mozart não tinha vergonha de fazer música que o povo gostava.
E isso é uma das coisas mais lamentáveis de alguns músicos dos últimos séculos.
Ok, mudando de assunto, lembre-se:
Pra praticar os protocolos pra tocar qualquer tipo de música, entre para o Método Real de Piano aqui:
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React: Meus 10 pianistas favoritos
Hoje, abro o jogo e compartilho com vocês a minha lista dos 10 pianistas favoritos: aqueles que eu mais coloco para tocar quando quero simplesmente ouvir música e me inspirar.
Aqui está o novo vídeo:
Nem só de nota errada vive uma música travada
Você está tocando uma música que conhece bem.
Acerta praticamente todas as notas.
Mas mesmo assim…
Algo não está certo.
A música soa travada.
Algumas vezes parece um robô tentando imitar um humano.
Vou chamar esse problema de “micro-hesitação”.
(nome horrível, mas foi o que me ocorreu agora)
Se você quer fazer uma música soar como música, essa micro-hesitação realmente estraga tudo. O pior: a gente costuma resolvê-la partindo pra memorização das notas, como se tudo se resumisse a isso. Ok, se realmente não tivermos certeza das notas, bem, aí não é micro nada…
É uma BAITA hesitação.
As ‘micros’ costumam acontecer quando:
* Você precisa ‘pensar’ no dedilhado.
Ou:
* Está engasgando na mudança de posição da mão.
Se o dedilhado está incerto e a posição da mão atrasada…
São as notas que pagam o pato.
Mas não são elas que estão interrompendo a respiração da música.
Como resolver?
Bem, todo professor chato que se prese, que não está só tentando parecer o descoladão, vai chamar sua atenção para os dedilhados, e em como uma etapa de prática só pra eles resolve uma porção de problemas que você pensava que não tinham mais solução.
Ok… e o problema da posição?
Aí você já quer demais!
Outro dia a gente fala disso.
Se você quer aprender a tocar com fluxo real, sem essas travas que denunciam o erro, entre para o Método Real de Piano aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
O lado sujo da história da música
Por trás da grandiosidade e da aparente pureza, existe um universo de poder, dinheiro e manipulação que moldou a arte de formas que nem mesmo imaginamos. Neste vídeo, eu exploro as verdades incômodas que poucos ousam discutir, e garanto: sua percepção sobre a história da música não será a mesma… aqui está:





