Se você ainda não se perguntou isso, deveria
Pare por uns segundos agora mesmo e faça pra você mesmo a seguinte pergunta:
(não responda pra mim, responda pra você)
“O que eu quero realmente fazer no piano está compatível com o que estou seguindo dia a dia?”
Repare que é “realmente fazer”…
Não estou falando de sonhos desvairados.
E já que você está conversando com você mesmo…
Caso você tenha respondido ‘Não’ na primeira pergunta…
Aproveite e pergunte-se novamente:
“O que falta acontecer para o dia a dia ficar compatível com o que você quer conquistar no piano?”
Se a resposta pra essa pergunta for algo como:
“Ter um instrumento melhor”
“Ter mais tempo”
“Ter mais dinheiro”
Então temos 95% de chance de você estar mentindo pra você mesmo.
Se a resposta é assim genérica, desse tipo que todo mundo responderia, afinal, quem não quer um instrumento melhor? quem não quer ter mais tempo? quem não quer ter mais dinheiro? Todo mundo quer isso, então é grande a chance de você simplesmente falar por falar… como você sabe que não está mentindo pra si mesmo?
Suponhamos que é real que falte tempo pra você.
E então?
Então a pergunta que você deve se fazer é:
“O que preciso fazer pra ter mais tempo?”
Se não for assim, se você não tiver um plano pra sair do lugar…
Se não tiver um plano pra resolver os seus problemas…
Quem mais vai ter um?
Ah… por falar nisso…
Se você quer conhecer o plano para adultos aprender a tocar piano pela internet, matando seu pior inimigo no instrumento, e desenvolvendo habilidades, veja este vídeo que gravei recentemente aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
Tipos de toque no piano: as consequências continuam existindo
Na semana passada, no Youtube, comentei sobre um estudo que finalmente mostrava que havia diferenças mensuráveis na produção de som ao mudar o tipo de toque nas teclas de um piano acústico.
Algo que muitos mestres, professores e pianistas afirmam com convicção desde sempre…
Mas que sempre foi colocado em dúvida.
Ok.
Isso na verdade é uma discussão um tanto nerd.
Coisa de especialistas.
E, pra maioria esmagadora dos adultos que querem participar da alegria pianísticas, isso tudo é um tanto irrelevante.
A não ser por este ponto:
Mesmo que os mestres estejam errados…
Que eles sejam todos frescos, inviesados e chatos…
Mesmo que esse tal estudo seja uma fraude…
Mesmo que se use um instrumento que não capta tanta variação no tipo de toque…
Existe algo que o tipo de toque influencia sem ser esse negócio do tipo de som:
O tipo de toque influencia na tensão e, portanto, na agilidade.
Bom, eu vou parar por aqui.
Porque quando se usa a palavra ‘tensão’ já sei que ninguém mais presta atenção.
Então fiquemos com isso:
Acreditar ou não na verdade da mudança do som no tipo de toque…
Não exclui as consequências do tipo de toque na agilidade.
Se você quer parar com o blá blá blá, e quer se desenvolver passo a passo para participar da alegria pianística, então veja aqui como um adulto faz isso:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
3 coisas que vou afirmar para sempre sobre exercícios de piano
Com a licença ou não dos relativistas, vou ser levado para sete palmos debaixo da terra, afirmando, sem medo da condenação, 3 simples verdades sobre exercícios técnicos no piano.
Quais verdades?
1) “exercícios são necessários”
Sim, são.
Não me importa o quanto o Tião dos Teclados Mágicos tenha dito que não são.
Também não me importa o que algum documentário da Martha Argerich tenha afirmado.
2) “exercícios são estratégicos”
Sim, são.
Formação, aquecimento, condicionamento…
Os exercícios não tem apenas um ‘como’ mas também um ‘porquê’.
3) “exercícios são perigosos”
Sim, são…
Pra quem não sabe o que está fazendo.
Principalmente amadores (sempre no bom sentido) que acabam exagerando e literalmente perdendo a mão ao se dedicar em exercícios.
Hoje trago essas afirmações…
Princialmente porque ontem publiquei no Youtube um vídeo sobre exercícios.
E já sei que um monte de objeções…
E exceções…
E mitos…
E lendas…
Vão vir à tona na cabeça de vocês.
Já que fiz essas afirmações, mas não estou aqui disposto a explicá-las em detalhes, pois isso não adiantaria nada, vou afirmar ainda mais:
Experimente e verás o resultado.
Sabe, esse caminhão de objeções é um aliado do pior inimigo de um adulto no piano.
Se você tiver 20 minutos aí sobrando, veja essa aula que gravei recentemente sobre como derrotar esse inimigo:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
5 exercícios essenciais de aquecimento no piano
É muito tentador ir direto ao ponto no piano, mas a verdade é que pular o aquecimento pode ser a causa de muita frustração.
Mas pra você não aquecer com qualquer coisa…
Eis aqui o NOVO VÍDEO com os melhores exercícios de aquecimento no piano:
Todo pianista tem dois cavalos
Sim, não importa se é amador ou profissional…
Se começou hoje ou em 1961…
Todo pianista possui um cavalo fogoso e um cavalo preguiçoso atrelados em sua carruagem.
O cavalo fogoso são seus ouvidos.
O cavalo preguiçoso são os dedos.
Um pensa que sabe tudo e é só segui-lo.
O outro tropeça e não quer correr.
A carruagem é pesada e você precisa dos dois pra puxá-la.
Ou seja, precisa do ouvido e do dedo pra tocar piano.
Seu ouvido sempre percebe mais do que seus dedos são capazes de tocar (por isso chamei eles de ‘fogozos’), mas você toca tão bem quanto seus dedos têm de habilidade, então não adianta desanimar ou desconsiderar o cavalo preguiçoso da jogada.
O ouvido deve ficar atento ao trabalho dos dedos…
Informando ao cocheiro quais pontos são cruciais pra eles avançarem…
Quais são as dificuldades que precisam ser resolvidas primeiro…
E o que pode ser deixado pra depois.
Sem que a carrugagem fique empacada…
Sem se renderem a preguiça dos dedos…
Que, na verdade, nem é preguiça, é a falta da prática que dá resultado.
Então é você, o cocheiro, que vai guiando esses cavalos no caminho…
Fazendo uso consciente da virtudes deles…
Sem deixar os vícios saírem vencedores.
Se você não quer descobrir sozinho todo esse trabalho de cocheiro, e quer vencer as dificuldades e o inimigo número 1 dos adultos no piano, então veja essa aula aberta que gravei recentemente aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
NOVO VÍDEO: finalmente resolvido o mistério dos tipos de toque no piano
Será que música pode reescrever sua memória e acelerar seu aprendizado?
Você sabia que existe uma tecnologia secreta que está dando aos pianistas um poder de controle inédito sobre as teclas?
E se eu te disser que o mistério centenário sobre os tipos de toque no piano é desvendado, provando que a intuição dos mestres sempre esteve certa?
Tudo isso aqui:
Talvez a pior consequência do “dedilhado é subjetivo”
Hoje é pra terminar essa discussão (a não ser que eu lembre de mais um ponto essencial pra você).
Semanas atrás tentei mostrar que a frase ‘dedilhado é subjetivo’ é apenas uma meia verdade.
Ou uma verdade que precisa de um baita contexto.
Pra saber o que é um ‘dedilhado’ e porque eu disse que ele não é tão subjetivo assim, o secretário Felipe trás aqui o link para o primeiro texto: https://www.aprendendopiano.com.br/dedilhado-e-so-mais-ou-menos-subjetivo/
Depois falamos, em outro texto, sobre como o dedilhado também é importante pra intermediários/avançados.
Novamente o secretário (que deveria ser só professor), recupera esse texto pra você, aqui está: https://www.aprendendopiano.com.br/seus-dedos-sao-burros-mas-ha-um-jeito-de-treinar-os-burros/
Bem, e se eu disser que nesses dois textos aí…
Eu não citei a pior consequência de todas?
Sim, um bom método organiza os dedilhados em ordem didática…
E querer mudá-los é transformar um bom método em um método horrível.
Sim, a memória dos seus dedos precisa do padrão repetitivo.
Mas é o seguinte:
Boa parte das dificuldades com músicas novas, é a mudança constante de dedilhado.
Tanto para iniciantes, mas também para intermediários e avançados.
Para um iniciante, ‘música nova’ são as primeiras músicas…
Aquelas que lhe dariam o primeiro gosto do instrumento.
Mas se ele, mesmo sem saber, aderir ao ‘dedilhado é subjetivo’, vai acabar mudando o dedilhado muitas vezes. Vai mudar na mesma sessão de prática, vai mudar no dia seguinte, e no seguinte, e vai acabar tendo mais dificuldades do que deveria…
Pois, lembre-se, seus dedos precisam da repetição de padrões.
Isso é, outra vez, dar voz ao inimigo.
A primeira conclusão é:
Muitos iniciantes desistem porque ficam mudando de dedilhado…
Já que seus dedos não se desenvolvem e, portanto, parece que eles ‘não tem jeito pra música’.
Isso é terrível!
A segunda conclusão é para os intermediários/avançados:
Ele se sentem seguros…
Confiantes…
Sabichões…
E ficam mudando de dedilhado numa música nova.
Resultado?
A música torna-se, outra vez, mais difícil do que deveria.
Sim, eu testemunho esse problema várias vezes.
Gente aderindo ao ‘dedilhado é subjetivo’ de maneira errada.
Posso considerar que agora você não cai mais nessa pegadinha?
Se você quiser entender como se livrar pra sempre do pior inimigo dos adultos no piano, separe uns minutos e veja esta aula aberta aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
O compositor mais desprezado de todos os tempos
Quando pensamos nos grandes nomes da música clássica, logo vêm à mente Mozart, Beethoven, Chopin. Mas existe um gênio que, apesar de ter escrito algumas das músicas mais comoventes e belas de todos os tempos, viveu quase anônimo, pobre, sem reconhecimento e sem uma casa própria.
Conheça esse compositor e sua obra aqui neste NOVO VÍDEO:
“Eu nem queria mesmo…”
Eu amo a enxurrada de informações da atualidade.
Já não vivo sem ela.
50% de qualquer problema está resolvido quando sabemos COMO resolvê-lo.
Ou não?
Bem, a traquinagem toda está nos 50% restantes.
Se alguém que nunca pensou em piano e por acaso começa a conversar com você, monstrando-se super interessada no tema, aposto que você é capaz de dar as melhores dicas de como se organizar e como evitar várias confusões no aprendizado.
Sim…
E você mesmo segue as dicas que você mesmo conhece?
Beeem…
Aí a história é outra, não é mesmo?
As nossas ações normalmente não se alinham com nossos valores ou com nosso conhecimento.
E assim que nós mesmos testemunhamos esse nosso descompasso…
O que fazemos?
Arrumamos uma desculpa qualquer.
Isso me lembra uns anos atrás que entrei em contato com um professor que eu gostaria muito muito muito de ter umas aulas. Mandei umas tantas mensagens no Facebook, em vários momentos diferentes. O resultado? Ele sequer visualizou as mensagens, mesmo sendo bem ativo em publicações.
Assim que fiquei incomodado com isso, minha reação foi…
“Ah… eu nem queria mesmo… acho que nem ele nem é um bom professor”.
Ok…
Talvez esse exemplo não combine bem com o que eu quis mostrar aqui…
Mas a todo momento fabrico desculpas pra me sentir melhor…
Me sentir justificado.
Limpe-se um pouco de justificativas…
Adeque um pouco as suas ações com o que você sabe…
E veja que a música e o piano podem fazer parte de você de um jeito que você pensa ser impossível.
Tenho certeza que você deve estar se perguntando por que não faz exatamente aquilo que pretendia.
Quando você sair dessa mensagem sem conhecer o ‘Método Real de Piano’…
Você vai pensar que tomou a decisão certa.
Só para ser trazido de volta à realidade quando você não conseguir coordenar as mãos no piano, quando sua mão esquerda parecer ser um inimigo ou quando a música que você estiver tocando não se parecer com nada nada nada do que você imaginou.
Então pare de desculpas…
E conheça o método que um adulto segue pra aprender piano aqui:
https://www.metodorealdepiano.com.br/piano-para-adultos/
Fernandinho Beira-Mar destruiu os pianistas
Toda vez que parece que falei mal de alguém famoso, vem alguns dizer que ele é rico e famoso, então tudo bem, não tem problema nenhum.
Que engraçado isso…
“Soltem Fernandinho Beira-Mar ele é rico e famoso…”
Ou ainda tem aquele outro argumento:
“Quem é você mesmo pra falar mal de um famoso?”
E normalmente é alguém com foto e nome falsos dizendo isso.
(ou seja, desconhecido até pela própria mãe)
Agora vamos ao caso do vídeo de ontem sobre Lang Lang…
Eu não falei mal dele.
O resumo do vídeo?
Ele é um pianista excepcional.
E não é do meu gosto.
Ponto final.
Você não gosta que eu faça comparações?
Lamento…
Vou continuar fazendo…
Não se ofenda.
Aliás, fique à vontade pra se ofender…
Mas se quiser me xingar, sem problemas, pode me xingar que eu já estou há mais de 10 anos por aqui e estou completamente acostumado… lembre-se só de me xingar lá nos comentários do Youtube, que eu dou até um ‘joinha’ pro seu comentário.
Esse negócio de ‘comparação’ me lembrou algo que já escrevei ainda este ano…
E que publiquei no meu blog… aqui está:
https://www.aprendendopiano.com.br/e-proibido-comparar-nao-aqui/





