Falsificando o aprendizado com sucesso
Quando digo “imitação”, não me refiro a mímica.
Nem a agir como se estivesse em um espelho: quando o professor faz alguma coisa, você faz igual no mesmo momento. Não é nada disso.
Nem me refiro a um substituto revolucionário das partituras.
“Imitação” é, em primeiro lugar, uma maneira, ou melhor, um subterfúgio pra desenvolver o guia mais importante de todos quando estamos falando de música, obviamente que esse guia é o OUVIDO.
Quando você se propõe a imitar, você deve despertar os ouvidos.
Eles têm de captar a música com cuidado…
E depois tem de ser o guia do seu corpo pra reproduzir aquela melodia.
De novo:
Pra isso não é necessário comportar-se como num espelho.
Se você preferir escrever as notas em um papel, no computador, memorizar, utilizar a partitura, tatuar no braço… isso realmente não importa. O que importa é buscar o resultado musical, mesmo que seja em uma velocidade menor.
Aqui chegamos no conceito mais puro:
“Imitação” é imitar o resultado musical.
Acontece que isso pode ser difícil…
E com certeza é.
Muitas vezes o que fazemos não é “imitação”, mas sim falsificação.
Pode ser uma falsificação daquelas bem vagabundas…
Ou pode ser uma falsificação um pouco melhorzinha…
Mas isso realmente não importa.
O que importa é passar pelo processo.
Pra manter o seu desenvolvimento, esqueça um pouco o real valor do resultado e pense em perseguir o resultado.
Tornar-se um aprendiz é isso:
É se propor a aprender a perseguir um resultado.
E nada melhor do que a imitação pra fazer isso direito com lições virtuais.
(Nota: Quer entender como iniciar com a imitação? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)
Como descortinar o caminho para o aprendizado de piano
Assim que se cadastram no meu site algumas pessoas aproveitam pra perguntar tudo de uma vez…
Se apenas crianças conseguem aprender piano…
Qual instrumento recomendo…
O que estudar…
Se estudar pela internet funciona…
Enfim, querem saber o caminho que tem pelo frente.
E quem vai responder todas essas dúvidas é meu aluno Arthur Rogério.
Leia:
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Olá Prof. Felipe Scagliusi,
Meu nome é Arthur, tenho trinta anos, sou casado, pai do Lorenzo de 1 ano e 10 meses e servidor público.
Minha “trajetória” no piano começou há cerca de três meses, quando busquei cursos on-line e tive a grata oportunidade de conhecê-lo.
Logo em seguida, adquiri o piano digital P-115, pois tinha lido teu artigo que mencionava a qualidade dos pianos da linha “P” da Yamaha e “Privia” da Casio. Fiz meu cadastro no site “Aprendendo piano” e fiquei muito feliz com o conteúdo do material e da inegável coerência didática.
Confesso que fui seduzido pela tua proposta, pela inteligência das tuas colocações, pela tua sinceridade e transparência. Ademais, os vídeos do “YouTube” são sensacionais, as dicas são nota 10 e fica evidente que você é brilhante.
Atualmente, disponho de uma hora de estudos diários.
Em relação ao Módulo I, considero que estou tocando razoavelmente bem *CENSURADO*. No tocante à canção *CENSURADO* estou treinando tocar com a contagem em voz alta dos tempos “1, 2 e 3”.
No módulo II, assisti a todas as aulas e procuro alternar os exercícios antes de tocar as canções como forma de “aquecimento”. É bem interessante ver a evolução do dedilhado nas teclas!!!
Ah…Já passeei por alguns vídeos do módulo III e fiquei ansioso (risos).
Cada aula é um verdadeiro desafio. Num primeiro momento parece insuperável, mas com calma, dedicação e perseverança percebo que estou no caminho certo. As tuas orientações são muito precisas, “cirúrgicas”…eficazes. O caminho para o aprendizado do piano está se descortinando.
Posso dizer que estou realizado com que aprendi até o momento.
Por fim, gostaria de agradecê-lo pelos e-mails. Cada um deles é precioso e vai muito além do aprendizado do instrumento.
Você é sábio e compartilha ensinos valiosos.
Um grande abraço,
Arthur Rogério
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Se você quer trilhar o mesmo caminho do Arthur, faça sua inscrição no “O Pianista Aprendiz”.
Saiba todos os detalhes aqui:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
Alguém avisou que existia uma fossa musical?
Se tem algo que os professores cabeça-de-pudim jamais falam é que você passará por altos e baixos no estudo musical. Assim como tudo que vale a pena se dedicar. É uma regra do próprio desenvolvimento. E, por falar em regra, você deve conhecer a regra que cria o cenário pra sair do momentos de fossa…
Aqui está o vídeo que publiquei sobre isso:
(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)
Largue os vícios e torne-se um aprendiz
Um dos principais inimigos do ensino de piano e teclado são os vícios.
É difícil um aluno que chegue totalmente cru.
No mínimo assistiu alguns vídeos por aí e já tentou fazer alguma coisa.
Isso quer dizer:
Já chega com vícios.
Mas não importa qual seja o caso, se totalmente iniciante, se quase-intermediário ou intermediário-meia-boca, a resposta pra largar os vícios é tornar-se um aprendiz. “Aprendiz” é quem estuda pra entender como vencer as principais dificuldades de tocar piano ou teclado, sem que a solução cause mais problemas posteriormente.
E só o treinamento “O Pianista Aprendiz” ensina como fazer isso.
Aqui estão todas as informações desse treinamento:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
Quem tiver alguma dúvida sobre o treinamento, basta entrar em contato por e-mail.
Claro, antes de formular qualquer dúvida, por favor, leia a proposta aqui:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
Aguardo sua inscrição!
O fim dos tutoriais facilitados…
Eis o tipo de pergunta que chegou:
“Como o treinamento ‘O Pianista Aprendiz’
pode ajudar os estudantes intermediários?”
De fato não expliquei isso direito.
O objetivo é ensinar o QUE e o COMO do fundamento técnico.
Em um primeiro momento isso pode parecer apenas destinado a iniciantes.
Mas é grande a quantidade de estudantes intermediários que, mesmo depois de mais de 5 anos de estudo, mesmo já tendo uma grande experiência de repertório, dependem demais de tutoriais que facilitam trechos musicais e as vezes músicas completas.
Pra decretar o fim permanente desse tipo de recurso é preciso construir os fundamentos técnicos.
Parar de depender de músicas que a mão esquerda é praticamente parada…
Ou repetitiva demais.
Ou que a música inteira é um “acompanhamento” e não uma música de verdade.
Não sou besta de dizer que “O Pianista Aprendiz” é a bala de prata que resolve todos os problemas existentes.
Mas uma coisa é certa:
O estudante totalmente iniciante, quase-iniciante ou iniciante que quer garantir que não vai entrar no redemoinho dos tutoriais, das músicas repetitivas, da falta de liberdade técnica pra estudar o que quiser…
Ou o estudante quase-intermediário ou intermediário que deseja sair desse redemoinho…
Não encontrará online um material mais sério pra cumprir esse trabalho.
Poderíamos ir mais longe e dizer que a coisa também está feia nas escolas de piano.
Como disse minha aluna Rita de Cassia de Bem:
“Meu filho e eu fazemos aulas, ele no conservatório e eu numa escola de música. Mas ninguém nessa vida ensina como você…”
Ou a Iana Evane:
“Professor eu só tenho que lhe agradecer pela orientação, mesmo que seja virtual, mas o Sr ajuda muita gente mesmo. Não tem dinheiro que pague isso. Um ensino direcionado e realista, que ataca os problemas (e dá soluções). Mesmo já tendo professor particular, seu treinamento faz parte da minha rotina de estudos”
Enfim, continuem mandando dúvidas sobre o treinamento.
Se você não tiver mais dúvidas, faça de uma vez por todas sua inscrição no “O Pianista Aprendiz”.
Veja aqui todas as informações:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
Não seja um macaco
História muito comum:
Meses atrás um aluno pediu um conjunto de aulas particulares pra sanar algumas dificuldades.
Ele se dizia “intermediário pra avançado” e queria recomendações diretas.
Quando alguém diz que é “intermediário” (ou “avançado”) já saco do meu “aham” cético.
E não deu outra, esse aluno é mais um daqueles que pula de galho em galho.
Assim que foi me mostrar o que conseguia fazer e onde estavam os problemas, sem brincadeira, ele tocou pelo menos umas 10 músicas diferentes, em torno de 40 segundos cada uma. Em cada um desses trechos ele descrevia um problema e tentava dar uma solução de como resolver, meio que querendo uma opinião sobre essa solução (ou que eu desse uma solução melhor).
A primeira coisa que eu disse foi:
“– Volte pra primeira música que você me mostrou e toque ela inteira”
Ele não conseguia.
“– Então tente a segunda…”
Nada ainda.
“– Então toque qualquer uma completa!”
E saiu uma tirada de um livro de iniciação musical.
Depois pedi pra ele me descrever como foi seu histórico de estudo.
O resumo é mais ou menos este:
Pulou de uma escola pra outra.
Comprou vários livros de iniciação…
Estudou um tempo o Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach…
(que é um livro excelente!)
Depois trocou de livro…
Estudou mais algumas coisas por Youtube…
E foram 4 ou 5 anos assim.
Minha proposta pra esse aluno foi esta: não poderia avaliá-lo como “intermediário”, muitos menos como “avançado”, já que não era possível analisar como ele lidava com o ritmo ao decorrer de uma peça, nem como estava seu domínio panorâmico, porque só haviam trechos soltos sem um discurso musical montado.
Então sugeri que trabalhássemos os fundamentos.
Que ele tornasse bem consciente o seu treino de coordenação…
Assim poderia despertar os dedos, as mãos e a capacidade de sincronização.
Depois disso começaríamos a organizar matematicamente a música.
Focaríamos em trechos técnicos que ele tem mais dificuldade.
Minha proposta foi de reconstrução de toda sua formação.
E o trabalho tem ido bem…
De vento em popa até agora.
Bastou que ele parecesse de macaquear o estudo de piano, e focasse no que mais desenvolve.
Quem puder, eu imploro, que faça o mesmo.
(Nota: Quer entender como iniciar seus estudos de piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)
Tocar piano é como andar de bicicleta
Não, não tem nada a ver com “uma vez que aprende nunca mais esquece”.
Com a bicicleta pode ser mais ou menos assim, mas não com o piano.
A semelhança está em outra parte.
É a seguinte:
Como estamos sem carro, ultimamente eu e minha esposa estamos utilizando bastante a bicicleta. Não é por ideologia ciclística, nem por um mundo melhor, nem por mais saúde, é apenas por necessidade. Se pudesse, continuaria utilizando um carro.
Enfim, voltando pra história:
Em uma de nossas pedaladas até o mercado, enquanto eu ia distraído, pensando na vida e tal, percebo por visão periférica que minha esposa está fazendo movimentos estranhos.
Quando viro a cabeça e olho pra ela, a cena é mais do que estranha:
A bicicleta já estava caída no chão e minha esposa, em pé, começa a esbravejar.
(Incrível sua habilidade de cair de bicicleta sem cair no chão)
Vi que estava tudo bem com ela.
Não havia um pneu furado ou corrente caída.
Nada.
A bike estava intacta.
(Nem sequer um novo arranhão)
Aí minha reação foi perguntar exatamente o que você está se perguntando agora:
“– O que aconteceu?”
E a resposta foi:
“– Não sei! Eu estava olhando pro pedal, tentando controlar o impulso da perna da frente e da perna de trás, quando perdi o equilíbrio!”
Pensei que pudesse ter sido um buraco ou algo assim e não pensei mais no assunto.
Montamos e seguimos o caminho.
No mercado, em um daqueles momentos epifânicos, uma hipótese surgiu.
E testei esta hipótese durante todo o caminho de volta:
Já falei várias vezes sobre “segurança” ao piano, que é uma visão um tanto diferente de “tocar” piano. Normalmente apenas os professores precisam saber dessa diferença, mas no ensino online, pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso. Segurança ao piano é quando você sabe que pode fazer as coisas meio que no automático. Quando, sem se confundir, pode antecipar tudo o que está por vir na música: dedilhados, ritmo, dinâmica etc.
É uma visão panorâmica.
Bem, é com essa visão panorâmica que se deve tocar piano.
Enquanto não faz isso, você está apenas treinando.
E se por um momento perder a visão panorâmica, tudo vai por água abaixo.
Foi exatamente o que aconteceu com minha esposa.
Enquanto ela estava pedalando, prestando atenção no conjunto do percurso, enfim, com uma visão ampla de tudo, tudo ia bem. Quando ela resolveu prestar atenção em um parâmetro único, prestar atenção na técnica de pedalar, aí o conjunto que ia bem se desfez. E ela perdeu o equilíbrio.
Se você está tocando uma música e começa a pensar:
“E agora, qual o ritmo…”
“Quais são as notas…”
“Qual é a próxima frase…”
“Como tenho de mexer o dedo aqui…”
A coisa começa a desandar e você fica paralisado.
Muitos acham que isso é um problema emocional, mas é falta de saber de verdade o que está fazendo.
E por não saber, pensar em cada coisa separada só piora.
Então se você quer saber o que um professor de piano faz, é isso:
Ele cria o cenário para o aluno desenvolver e treinar suas habilidades pra chegar no ponto de não pensar nessas habilidades e, enfim, poder dizer que “toca piano”.
Essa história foi meio longa, eu sei.
Mas é imprescindível que meus alunos entendam essa diferença de perspectiva.
“Tocar” um instrumento não é tão difícil.
Fazê-lo com segurança, que é a sensação que todos querem ter, já não é bem assim.
(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)
Você só cata milho se quiser
Volta e meia alguém me manda mensagem dizendo que “não consegue tocar sem olhar pro teclado”.
Não importa se é partitura…
Ou se é pra tocar cantando…
Ou tocar olhando pra lua…
O fato é que a pessoa não consegue ter um domínio espacial do teclado.
Só consegue tendo contato visual.
Falei sobre isso no vídeo “Como bater os olhos na partitura e saber qual nota tocar”.
E agora vem o diagnóstico:
Isso só acontece porque o estudante quer.
Veja bem:
Se você saltar de um prédio, vai se esborrachar no chão, pode ter certeza de que isso vai acontecer com 99,999% das pessoas que saltarem. Alguém vai ser aquele equatoriano que caiu de um prédio de 47 andares e sobreviveu, mas você é capaz de apostar que será você o representante desse 0,001%?
Bem, assim como pra evitar se esborrachar ao saltar de um prédio é necessário tomar alguma medida que evite o resultado certo (cinto de segurança, um paraquedas, uma rede ou sei lá o que mais)…
Pra aprender a ter o controle espacial do teclado também é necessário fazer alguma coisa.
Não é algo automático.
Por não ser automático, você vai tentar a primeira vez e não vai conseguir.
Isso quer dizer que você deve desistir?
Claro que não.
Lembre-se de quando tentou andar de bicicleta pela primeira vez.
Ou quando tentou coordenar as duas mãos no instrumento.
O que você precisa é continuar tentando.
Claro, não pode tentar de qualquer maneira.
Mas enquanto você não montar a rotina certa, não vai conseguir sair do lugar.
Isso quer dizer que a responsabilidade é sua.
Você conseguirá, mas tem de fazer alguma coisa pra evitar a falha.
Para o problema de catar milho, pode começar seguindo as recomendações que dei no vídeo.
(Nota: Quer entender como iniciar seus estudos de piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)
2 regras para a liberdade rítmica
Alguns dias atrás me perguntaram como funciona a liberdade rítmica na música clássica. É um assunto tão proveitoso que serve para um vídeo no Youtube. E, por coincidência, tenho um canal no Youtube. E, por coincidência das coincidências, abaixo está o vídeo publicado no Youtube pra falar sobre 2 regras bem gerais pra entender a liberdade rítmica na música clássica.
Assista aqui:
(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)
Como acertar uma tecla com posição relativa
Provavelmente você já me ouviu falando sobre “preparar” o salto antes de tocar.
É simples:
Ao invés de chegar sentando a mão nas teclas, apenas posicione os dedos corretamente em cima das teclas.
Faça isso muitas vezes.
Faça isso com posições diferentes da mão.
É assim que se aprende a dar saltos com precisão.
Mas não devemos parar por aí, dessa habilidade de dar saltos no piano, podemos continuar a desenvolver mais outras habilidades. Como, por exemplo, acertar uma tecla a partir de uma posição relativa.
Na maioria das vezes os saltos estão relacionados com oitavas.
Então rapidinho temos o formato de “oitava” definido.
Ao abrir a mão, o formato de oitava surge automaticamente.
(Digamos que é um efeito colateral excelente da preparação de saltos)
No caso de termos de acertar uma nota isolada com o dedo 5, aí a coisa muda de figura.
Ficamos meio sem referência pra acertar essa nota isolada.
Por isso o jeito certo de fazer é o posicionamento relativo:
Você arma uma oitava com as mãos e ataca as teclas “mirando” a oitava daquela tecla que você precisa acertar com o dedo 5, mas, ao invés de tocar em oitava, você apenas toca com o dedo 5. E assim você desenvolve a capacidade de precisão baseada em uma posição relativa.
Talvez tenha sido difícil de visualizar o que estou explicando.
Sabemos que uma imagem vale por mil palavras…
E um vídeo vale por mil imagens…
Então largue a preguiça, vá até o meu canal do Youtube e procure por este vídeo:
“Dica para salto e deslocamento das mãos no piano”
Obrigado, de nada!
(Nota: Quer entender como iniciar seus estudos de piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)



