Condenados ao reformatório
Estudantes com mais de 5 anos de contato com o piano reclamam bastante de dores nos ombros e no antebraço. É o típico problema de tensão que nenhum iniciante dá bola, somente depois que as dores aparecem. O vídeo abaixo serve para os veteranos aprenderem um modo de estudar que ajuda a resolver esses problemas de tensão (ou pelo menos ajuda a começar a resolver).
Não tem jeito, é preciso passar pelo reformatório!
Confira aqui:
(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)
5 princípios para o aprendizado autodidata de piano
Já expliquei isto antes:
O ensino online está entre o aprendizado guiado e o aprendizado autodidata.
Portanto existem problemas que são os mesmos dos autodidatas.
Abaixo deixo uma lista com 5 princípios pra se sair bem nesse tipo de aprendizado.
“Princípios” não são simples regras teóricas.
São elementos fundamentais que servem de sustentação, exatamente como o fundamento que sustenta uma casa: sem esse fundamento a casa estará frágil e, muito provavelmente, não será possível nem mesmo terminar de construí-la. Tire a sustentação de algo e veja que não importa a qualidade do material utilizado ou os adornos, tudo virá abaixo.
Eis os princípios:
1) Não tenha autopiedade e não faça drama
Normalmente o estudante sem professor começa a sentir pensa de si mesmo.
É fatal.
A autopiedade é a porta de entrada pra abandonar os demais princípios.
2) Encare o aprendizado por problemas, não por níveis
Não adianta fazer de conta que você saberá se auto-avaliar.
Não confie que sabe “onde está”.
Siga entendendo suas dificuldades e as resolvendo com diligência.
3) Não crie uma rotina fácil demais
Criar uma rotina fácil demais é um clássico pra manter a ilusão de que está avançando.
4) Seja fiel ao núcleo principal de estudos, mas preencha o resto com o que preferir
Nunca inverta a ordem do núcleo de estudos que o mantém avançando e outro estudo que é despertado por seus interesses e pela curiosidade.
Uma coisa complementa a outra.
Mas existe uma ordem na hierarquia.
5) Manter-se motivado é entender o processo pra alcançar o resultado desejado
Outro clássico pra manter a ilusão de que está avançando é mudar o caminho a toda hora, sempre achando que “agora descobri o pulo do gato”. Na verdade você deve entender como usar as ferramentas existentes e onde cada caminho leva. É esse conhecimento que dá a liberdade pra chegar até o ponto desejado.
É esse conhecimento que reforça a segurança e irriga a motivação.
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Adoro o cheiro de perguntas frescas para o almoço
Nada como o cheiro de perguntas frescas em uma noite de quinta-feira.
Junto abaixo algumas e que sirvam pra esclarecer algo pra alguém :D.
(Não repare na gramática das perguntas, eu simplesmente copiei e colei).
Vamos lá:
1) “Quantas horas por dia pode se realizar os exercícios visando ter uma melhora nos respectivos dedos a curto / médio prazo?”
A resposta depende da sua rotina.
Você pode fazer 70/30 entre músicas e exercícios.
Ou 80/20.
Ou escolher alguns dias somente pra exercícios.
A melhora vem em poucos dias, desde que se mantenha a continuidade.
2) “N sei se tem algo a ver, mas , eu toco violão e guitarra a 5 anos, isso pode me ajudar com o piano?”
Pode.
Mas não do jeito que se pensa.
O principal ganho não é em desemprenho mecânico, mas na prévia intimidade com música.
Mas, fora isso, a ajuda é pequena.
Violão é UM instrumento, piano são onze :P.
3) “Já ouvi falar que pra afinar um piano é algo bastante complexo, quase uma arte em si. Isso é verdade, eu ficaria dependente de terceiros pra afinar meu piano?”
Sim, é um arte em sim.
Algumas semanas atrás fiz vários testes de afinação no meu piano.
Existem várias relações que só quem está dedicado nesse trabalho pode entender e resolver.
Geralmente as pessoas pensam que um iniciante desafina mais um piano acústico, mas isso não é verdade. O modo de estudar de um iniciante exige menos do instrumento, portanto ele perde menos sua afinação. Se o instrumento estiver em boas condições, uma afinação anual já é o suficiente.
4) “olá Felipe eu estou começando a tocar agora, mas eu estou começando a ter dores no tendão dos dedos mínimo e anelar. o que posso fazer para tocar direito e sem me machucar ???”
Se as suas dores forem algo fora de um simples cansaço, procure um médico.
Fora isso, faça o exercício que passei durante menos tempo e de maneira mais leve.
Pode ser que a musculatura das suas mãos esteja estranhando esse novo tipo de trabalho.
Com o tempo você entende melhor seus limites.
Mas precisa insistir no treino pra que seu corpo se acostume.
5) “A única maneira de aprender o ritmo é através do metrônomo?”
O metrônomo não serve pra aprender ritmo.
Serve para conferir se estamos fazendo certo.
Deve-se saber contar os tempos e conhecer a proporção entre os diferentes valores de nota. Isso é aprender ritmo. Uma grande ajuda pra isso é seguir um treinamento de solfejo rítmico.
(Nota: Se você não sabe nada de piano ou teclado, mas deseja aprender, então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)
Minha opinião não solicitada sobre pobreza
Acabei de voltar de uma viagem de algumas semanas pela Romênia.
Um conjunto de experiências serviu pra consolidar e alterar algumas opiniões minhas.
Ninguém me perguntou, mas digo do mesmo jeito…
Quatro coisas me impressionaram demais nessa viajem:
1) A burocracia romena
Acostumado com países burocráticos como Brasil, Itália e França, jamais achei que a quantidade de papéis e regulamentos pudesse me surpreender, mas, acredite, a Romênia conquistou o primeiro lugar disparado em burocracia. E a julgar pelas opiniões das pessoas que conversei, os escândalos de corrupção e desvios de verba também acontecem a torto e a direito.
Segundo me disseram, é a “herança do comunismo”.
2) A pobreza romena
Quem algum dia disser que o Brasil é um país pobre, só pode estar comparando com o Qatar.
Muito do que um brasileiro chama de “qualidade de vida” não existe por lá.
E não adianta dizer que existe uma diferença entre regiões.
Visitei cidades grandes, médias e pequenas.
3) A segurança romena
As pessoas não andam por lá como se os outros fossem assaltantes.
Um funcionário do correio anda com uma bolsa cheia de dinheiro pela cidade, distribuindo a aposentadoria das senhoras, de casa em casa, sem que ninguém o incomode por isso. Estou falando da capital do país e não de uma cidadezinha pequena.
Acabei de verificar a taxa de homicídios de lá.
Enquanto o Brasil tem uma taxa absurda de 21 homicídios por 100.00 habitantes, lá a taxa é de 2.
4) O conhecimento musical do povo
A Romênia é tão ou mais corrupta que o Brasil.
Também é tão ou mais pobre.
Mas ninguém esperou um milagre acontecer, ninguém esperou que o “futuro chegasse” pra envolver a família em educação musical. A verdade é que não escutei ninguém reclamando em nada da pobreza e das dificuldades, mas somente encontrei pessoas dispostas a conversar sobre as coisas boas e belas.
Não encontrei em lugar nenhum do mundo uma intimidade tão grande com a música.
E não me refiro a funk.
Estou falando de música sacra, música folclórica e música clássica.
Músicas que causa boa inspiração, e não que são postas como fundo do churrascão.
Realmente é algo que está no sangue deles.
Minha conclusão é:
Quem der a desculpa de “pobreza” pra qualquer coisa, não vai mais me enganar tão facilmente.
(Aguardo as mensagens enfezadas dos sociólogos de escritório)
No Brasil infelizmente não temos como esperar que alguém nos dê essa tradição.
Nós mesmos temos de desbravar e conquistar individualmente esse conhecimento.
Espero que meu trabalho online contribua um pouco pra isso.
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A ignorância como fonte de sabedoria
Minha aluna Lúcia Ermetice fez um comentário referente ao vídeo do último Sábado:
“O que as pessoas têm contra o estudo da parte técnica (ou física, mecânica)? Será que imaginam conseguir correr sem antes aprender a andar?”
Vamos entender porque tanta gente faz beicinho para os exercícios técnicos.
Simples:
Ignorância.
Existe uma constante na opinião de quem é contra o treino mecânico:
Todos se referem a uma “técnica moderna”…
Ou a um “estudo cientifico atualizado”…
Ou a “novas compreensões fisiológicas”…
A impressão que dá é que existe um laboratório ultra-avançado fazendo vários testes no corpo humano e descobrindo como tocar piano da maneira mais eficiente que existe, e que essa é a fonte da tal “técnica moderna”. Essa impressão ou qualquer variação dela é falsa. Não existe tal coisa. Lembra-se de quando falei que não existe uma ONU do ensino de piano? Então, também não existe uma NASA do piano.
E, pasme, a tal da “técnica moderna” tem mais de 100 anos.
É facilmente rastreável até o século 19 essas opiniões de que não precisamos mais desenvolver o corpo.
Que pensar em trabalhos mecânicos repetitivos é coisa de homem das cavernas…
Enfim, esse discurso pseudo-científico baseado em fazer de conta que sabe do que está falando.
Uma verdadeira sabedoria baseada na ignorância.
Coisa típica de quem é acadêmico demais, sem nenhuma ligação com a realidade.
A verdade é que as escolas que se mantiveram longe disso, prosperaram.
Bem, o que eu gostaria de comentar em específico da mensagem da Lúcia, é que a comparação dela entre andar e correr é muito interessante. Primeiro andamos, depois corremos. O andar prepara fundamentalmente nosso corpo, tanto na questão de força e equilíbrio, quanto na capacidade de lidar com obstáculos enquanto estamos em movimento.
Depois dessa base, nos tornamos capazes de correr.
Mas, repare uma coisa:
Aumentar a velocidade do caminhar não resulta em uma corrida.
O movimento da corrida é completamente diferente.
Repare apenas em uma diferença específica:
Correr exige um pé na frente do outro.
Andar exige um desalinhamento dos pés.
(A não ser que você queria rebolar como a Gisele Bündchen)
O ponto de equilíbrio é outro.
Então, a formação de base dada pelo caminhar é necessária, mas não resulta em corrida.
Isso tem uma analogia muita grande com o aprendizado de piano.
Por isso, quem é meu aluno, não esqueça de seguir as lições como recomendo.
Com o tempo, a base formada por essas lições, mostra seu motivo de existir.
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Música melhora sua capacidade de concentração
Você já ouviu falar algo sobre a música melhorar nossa capacidade de concentração, certo?
Sim, isso é bem verdade.
E como ela faz isso?
Bem, não é de maneira automática, pode ter certeza.
O fato é que se você não direcionar sua atenção quando está estudando música, terá pouco proveito, então você começa a prestar mais atenção no que está escrito. Começa a prestar mais atenção no que o professor está falando, porque sabe que se perder um detalhe importante, pode ser algo fatal.
Quem não direciona a atenção ao estudar música, logo desiste.
E não tem jeito melhor de treinar a atenção do que cumprir pequenos propósitos.
Ao invés de querer apenas “tocar piano” você deve manter uma meta mais real e objetiva.
Algo como um pequeno compasso, um exercício, ou até mesmo uma dificuldade pessoal.
Foi o que meu aluno Ricardo Gouveia relatou aqui:
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Eu já aprendi que “tudo” que você diz é importante.
A título de feedback sobre uma das coisas que aconteceu comigo: no início passei bem rápido pela aula 1 do módulo de exercícios de técnica.
Quando chegou na aula 2 estava tendo dificuldade principalmente com o exercício de staccato. Mexia quase que o corpo inteiro para fazer o exercício.
Daí tentando entender o que acontecia, bati o olho no título da aula 1 e me dei conta que não tinha independência nenhuma entre os dedos.
Retornei então à aula 1 e a partir de então levando bem mais a sério a parte da concentração e passei a anotar os detalhes que você comenta em cada aula.
Tenho feito as anotações e está funcionando muito bem.
Estou progredindo e tanto nas aulas de música quanto nas de exercícios, mesmo que tendo já considerado satisfatório, de vez em quando revejo as aulas já vencidas, pratico mais um pouco e sempre encontro algum detalhezinho novo.
Não tenho a pretensão de me tornar um profissional, mas tenho vivido ótimos momentos diários estudando e treinando. Estou muito satisfeito.
E também quero lhe fazer um elogio pessoal pelo excelente trabalho técnico como professor, e principalmente, pela honestidade e boa intenção que você mostra.
Obrigado,
Ricardo.
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Se você quer aprender a como descobrir e vencer esse tipo de dificuldade ao piano…
Então inscreva-se no “O Pianista Aprendiz” aqui:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
Aprendendo piano como um advogado de filme
Tenho um preconceito com filmes e seriados que envolvem tribunais.
Se estou em um momento cabeça-de-pudim, ok, sem problemas, mas não faz sentido que sempre no último argumento o advogado do filme consiga resolver o caso como que num passe de mágica. Sempre envolve descobrir uma prova encoberta, ou tirar uma informação secreta de alguma testemunha, ou convencer o júri com um último discurso emocionante.
Tudo feito na última hora.
Esse tipo de pensamento mágico deveria ficar nos filmes.
Mas não fica.
Mais da metade das mensagens que recebo são de alunos batendo o pé pois não querem estudar, mas querem tocar piano.
Que raio de coelho da cartola é possível tirar pra isso acontecer, não sei dizer.
Me parece que eles acham que professores escondem alguma prova que precisa ser descoberta.
Ou que se me pressionarem com perguntas, eu revelaria qual é o segredo do piano.
Ou ainda se vier me dizer como a vida é difícil, eu concordaria que não precisa estudar.
Parem de se comportar como esses advogados de filme!
Não é com truques que se aprende um instrumento.
Não existe um “segredo dos profissionais”.
O que existe é o estudo, não importa se for profissional ou amador.
Agora, lá nos benditos filmes de tribunal, os anos que o advogado passou estudando não é mostrado, afinal de contas, ninguém quer saber disso, o interessante é mostrar apenas a parte que parece mística, a parte que parece que já nasceu com o advogado.
Mas quem quer aprender assim, está no lugar errado.
Quem quer aprender de verdade, inscreva-se no “O Pianista Aprendiz” aqui:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
Algo mais importante do que aprender a tocar
Veja esta mensagem da minha aluna Ester Morelli:
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Estou amando suas aulas e aprendendo de uma maneira que nunca aprendi antes
Vejo o piano sem medo e timidez.
Você com suas aulas fez com que eu enxergue o piano com mais naturalidade e sem medo.
Penso que é a maneira simples que ensina. Sinto segurança agora.
Obrigada
Abração e bom final de semana.
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Essa sensação de segurança é com certeza mais importante do que aprender a “tocar” piano.
Claro que isso tem a ver com “tocar”.
Mas é algo diferente.
Quando o aluno sente essa segurança, ele tem a sensação prévia que pode vencer qualquer dificuldade, ou que consegue tocar uma música que pareça difícil, ou que realmente entende o motivo das fórmulas teóricas, tudo porque ele já conquistou uma visão musical.
Ele tem um mapa e sabe percorrê-lo.
Tem nos dedos e na mente o caminho das pedras.
Os truques que ele aprendeu não são meros truques.
São ferramentas eficazes de alguém capacitado e que sabe o que está fazendo.
Por isso essa sensação de segurança é vital.
Segurança não apenas teórica, mas também técnica.
A segurança técnica faz com se perca o medo de estudar.
Até a preguiça fica enfraquecida.
Pois nenhum resultado parece inalcançável.
Sei que é esquisito dizer que isso é mais importante do que aprender a “tocar”.
Mas como não gosto de gastar tempo com muitos argumentos…
Prefiro que você venha e veja.
Inscreva-se no “O Pianista Aprendiz” aqui:
https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/
O melhor argumento já inventado
De tempos em tempos alguém questiona os exercícios técnicos repetitivos. Já escrevi muita coisa sobre isso e publiquei no Youtube um vídeo que é minha última palavra sobre isso (pelo menos por enquanto). No vídeo apresento 3 argumentos. Nenhum é argumento pra um debate teórico. E o último deles é com certeza o melhor argumento já inventado na face da terra.
Assista aqui :
(Nota: Se você não sabe nada de piano ou teclado, mas deseja aprender, então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)
Aprendendo com os picaretas
É possível pegar um total leigo e fazê-lo tocar uma pequena melodia em 5 minutos.
Isso é música?
Sim, é.
E a execução inimitável de Vladimir Horowitz?
É música?
Evidente que sim.
Não é uma explicação, mas pra começar a entender isso, basta saber que por se tratar de uma “arte”, qualquer coisa que é feita em música, desde a mais simples, pode ser aprofundada, modificada e elevada em camadas muito mais complexas.
Hoje em dia temos a mania de chamar qualquer coisa de arte.
Basta que exista, pronto, já é arte.
Um som de uma só batida…
Um quadro todo pintado de vermelho…
Um ferro retorcido e jogado no canto…
Tudo isso aparece por aí com o nome de “arte”.
Pior do que isso é que existem muitas escolas por aí oferecendo “curso de piano”, “aula de piano”, “formação em piano” que não passam de uma oferta bem, bem, bem simplificada do que é música. Eles sabem que se anunciarem “Curso simples de piano”, “Curso de piano de algumas músicas”, “Curso pra tocar apenas coisinha pouca”, “Curso de piano pra não entender muito” não terão muitas adesões.
Quem acha que pode aprender com esse tipo de picareta…
Tudo bem, cada um assume o risco que acha aceitável.
Minha visão é que mesmo um amador deve fazer um estudo sério.
São esses alunos que procuro por aqui.
Aqueles que entendem ou pressentem a profundidade da arte musical e desejam se dedicar a ela.
Mesmo a música mais simples pode ser usada pra desenvolver várias habilidades ou mesmo uma música muito difícil pode ser usada por um iniciante pra torná-lo consciente de vários pontos de desenvolvimento.
É esse tipo de “caminho de desenvolvimento” que ofereço.
(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)







