O poder que você tem agora

Em um momento que parou pra pensar sobre todos os perigos que ainda deveria enfrentar e sobre a fraqueza que estava sentindo, Frodo Bolseiro, o hobbit encarregado de destruir o anel maligno que sustentava o poder do mal no filme “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”, desabafa com o mago Gandalf:

“– Eu queria que o anel nunca tivesse chegado até mim…”

“… queria que nada disso tivesse acontecido!”

E o mago responde:

“– Assim como todos que estão vivendo nestes tempos, mas não cabe a eles decidir…”

“… o que temos de decidir é o que fazer com o tempo que nos é dado.”

Apesar de pensarmos nisso poucas vezes na vida, a verdade é:

Temos neste exato momento o poder de mudar o nosso destino.

(não conheço ninguém aqui que está em situação de escravidão)

Mas conheço uma porção de gente que faz cara de bunda quando digo:

“Leva anos pra um amador chegar em um bom nível de desenvolvimento”

Se você começa a estudar e percebe que até conseguir raciocinar em termos musicais, até conseguir mexer os dedos direito, até entender como lidar com uma porção de dificuldades que aparecem, até fazer todas as ligações entre teoria e prática e tudo isso feito com segurança, sem precisar gaguejar pra conseguir, e pensa “nossa! isso vai levar uma eternidade”, saiba de uma coisa:

O tempo vai passar não importa se você estude ou não.

Uma hora…

Quatro dias…

Duas semanas…

Três meses…

Sete meses…

Dois anos…

Tudo isso vai passar.

O interessado em piano ou teclado, pode ou não aproveitar pra aprender.

Ou pode ficar parado e resmungando.

A verdade é o que o poder está nas nossas mãos.

Depende de nós.

(sem nenhuma ideologia ‘lua de cristal’ por trás disso)

Ainda estou pra ver alguém que tenha juntado disciplina, orientação e coragem e que não tenha colhido frutos enormes, daqueles bem maduros, suculentos, adocicados e que alimentam feito uma refeição completa.

(Nota: Totalmente iniciante no piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)

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PS: Este é o último texto de introdução pra responder a pergunta:

“Quanto tempo leva pra aprender piano?”


Ho Ho Ho

Natal não pode ser apenas sobre trocar presentes e encher a pança.

É um tempo de esperança.

Esperança de quê?

Bem, considere hoje o primeiro dia do resto da sua vida:

O que você pode esperar daqui pra frente?

A verdade é que se você não FIZER alguma coisa, é inútil ESPERAR.

A proposta que faço é a seguinte:

Aproveite o espírito natalino e dê a si mesmo a melhor chance pra se envolver com piano e desenvolver suas habilidades no instrumento. Assim que você tomar essa decisão e DE FATO dar o passo em direção a ela, suas esperanças de finalmente sair do lugar e saber o que está fazendo no piano não serão mais infundadas.

Por isso, reflita bem nesta semana e pense bem no que você quer.

E assim que tiver tomado a decisão de se dedicar ao aprendizado sólido de piano, diga “HO HO HO” pra si mesmo e inscreva-se no treinamento “O Pianista Aprendiz”.

É o melhor presente que você pode receber este ano.

Conheça os detalhes do treinamento e da inscrição aqui:

https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/


Começando pelo começo

Me perguntaram:

“– Qual o primeiro exercício que você ensina pra um iniciante de piano?”

Pensei comigo mesmo:

“– Uai! Pode ser que eu nem comece por um exercício.”

Mas como eu sabia que essa resposta iria prolongar a conversa, respondi:

“– Comece por aquele do opus 500 de maestro Czerny”

Não adiantou muito, porque a conversa se prolongou de qualquer jeito:

“– E qual é esse exercício?”

Bem, pra não ter de escrever toda a resposta, gravei um vídeo pra mostrar.

Aqui está:

(Nota: Totalmente iniciante no piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)

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Estudantes de piano deveriam ser como assassinos metódicos

Nada melhor do que a frieza diante das dificuldades.

Nenhuma gota de suor, sem medo de ferrar com tudo e a certeza de que o problema vai se resolver.

Pense em um assassino que escolhe cuidadosamente suas vítimas, que sabe que qualquer comportamento exaltado, estranho e deslocado pode chamar alguma atenção indevida. Pense em como esse assassino, dono de uma frieza apavorante, deve fazer tudo bem devagar, afinal, ele não quer espirros de sangue e sujeira pra todo lado.

Então ele faz as coisas com calma.

Por partes.

Em uma ordem que não paralise a continuidade da sua ação.

Pois existem muitos estudantes de piano que deveriam imitar um assassino assim.

Só espero que as vítimas sejam as dificuldades próprias do piano e não alguma vítima inocente.

Ao invés de se pavonear quando senta pra estudar, pensando: “Hoje tenho de decorar todas as notas na pauta, aprender as fórmulas de escalas e acordes, ser capaz de identificar uma progressão de ouvido, fazer mais uns 10 exercícios técnicos…” Esse estudante deveria espreitar a si mesmo e encontrar algo que tem dificuldade.

Pode ser um trecho musical, por exemplo.

Ou uma música completa.

Assim, com a frieza do assassino, ele começa estudando com as mãos separadas.

E entende bem como funciona o movimento delas.

Depois disso, pra não bagunçar o estudo, ele junta as mãos lentamente.

Buscando com calma aquele movimento feito com as mãos separadas.

E se encontrar uma dificuldade mais teimosa?

Sem problemas.

Ele já esperava por isso.

Nada de ameaçar, esbravejar e xingar sua vítima.

O estudante frio coloca sua concentração no problema por 15 ou 20 minutos.

E pronto.

Tenta novamente outro dia.

Puxa, realmente consigo pensar em uma porção de alunos que precisam preferencialmente aprender a estudar desse jeito.

Ao invés de considerar o aprendizado de maneira ansiosa, atropelando tudo e, no final das contas, não conseguindo sair do lugar.

(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)

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Truque direto da “A Praça é nossa” para o piano

“Cê pensa que é bonito ser feio?”

“Câmera close, please!”

“Chique no úrtimo!”

“Cê parece que não sei!”

“Wualaaaaahhh…!”

“Caaaalma, Cocada!”

“Apolôôôôônio…”

“Eeeeeepa! Bicha não, meu amor! Veja lá como fala. Eu sou uma quase mulher”

Quem é brasileiro e assistiu TV nos últimos 30 anos deve reconhecer alguns desses bordões. Pode ser que eu tenha confundido os programas e nem todos sejam da “A Praça é nossa”, mas isso não modifica o resultado.

Por que, em termos de audiência, um bordão televisivo dá tão certo?

Por que ele é repetido, repetido, repetido.

Por que a repetição funciona tão bem?

Porque garante que o público vai entender o que está acontecendo ou, se realmente não entender, pelo menos será sempre capaz de reconhecer o padrão repetido tantas e tantas e tantas vezes. E reconhecer um padrão sempre dá a sensação de que está entendendo tudo, mesmo que não esteja entendendo nada.

E “entender o que está acontecendo” é uma grande causa de felicidade.

E um público feliz é um público que retorna.

E um público que retorna é o sucesso de qualquer canal de TV.

Claro que esse truque não foi inventado pela “A Praça é nossa”.

Nem mesmo foi inventado pela TV.

Veja como a repetição é abusada na música pop.

Repete-se (quase) sempre a mesma progressão.

Pra garantir que o público ficará feliz.

Claro que esse truque não foi inventado pela música pop.

Desde há muito tempo, bastando verificar as partituras antigas, a repetição é usada como artifício na música. Por isso existem diversos sinais na notação musical que estão relacionados com repetição.

E neste ponto devo dizer aos estudantes:

Não ignorem os sinais de repetição.

O objetivo principal é o mesmo dos bordões humorísticos:

Fazer com que o ouvinte tenha uma chance de entender o que está acontecendo.

Então, não amputem a música, mesmo que seja apenas pra estudo.

Aliás, em termos de estudo, seguir uma lição do jeito que ela foi concebida, é a única maneira de garantir a perseguição ao resultado esperado. No caso da repetição em uma peça de estudo, o principal objetivo é que o estudante mesmo comece a se relacionar com esses truques do discurso musical.

(Nota: Totalmente iniciante no piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)

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3 sinais de que você pode passar pra próxima música

Quem começa a estudar alguma coisinha no piano e segue algumas lições com peças e músicas, logo faz a fatal pergunta:

“Como vou saber que posso passar pra próxima lição/peça/música?”

Bem, não existe uma reposta universalmente única.

Sem ver essa pessoa tocando e sem conhecer continuamente seu modo de estudar, só posso dizer que existem alguns sinais que podem (TALVEZ) indicar que você está pronto pra seguir em frente.

E os 3 sinais são:

1) Fluidez na execução

2) Execução de memória

3) Andamento estável (sem prejudicar a compreensão)

Já sei que vai chover mensagens perguntando sobre a “Execução de memória”.

(principalmente sobre “memória”)

(principalmente relatando que “não tenho boa memória”)

Mas deixemos a memória pra outro dia.

Agora a recomendação é em relação a “fluidez”.

Algo que recomendei a dois alunos nesta semana e pode ser útil pra outros.

É perfeitamente normal travar em algumas partes ou ter algum trecho que é particularmente desafiador e que avacalha com a fluidez geral.

Uma das estratégias pra conquistar a fluidez é regular o andamento:

Coloque a marcação bem lenta em um metrônomo, lenta de maneira que seja plenamente possível você olhar o teclado e realizar a mudança de trechos e seguimento da música sem esbarrar em outras notas. Pratique dessa maneira lenta por alguns dias (nunca esqueça a regra dos 3/7/10/etc dias) e aos poucos vá aumentando a velocidade.

Não dê bola para a aparência de que não está adiantando nada.

Coloque consciência e disciplina nisso.

O que é normal é o sujeito não saber quais lições seguir, o que fazer pra vencer dificuldades básicas, como fazer pra organizar a execução da música/lição de modo a poder manter bom ritmo e poder fazer tudo com fluidez.

Isso sim impossibilita totalmente alguém aprender e avançar no instrumento.

Mas quem é inscrito no treinamento “O Pianista Aprendiz” não tem esse problema.

É seguir o material com disciplina e desenvolver as habilidades.

Você também pode se inscrever aqui:

https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/


Como enganar honestamente as pessoas: o cachorro-quente de 5 cents

Em Nova York fica a matriz do “Nathan’s Famous” especializado em cachorro-quente.

Nathan, o fundador, abriu sua primeira lanchonete em 1916 e sua principal estratégia era vender o cachorro-quente mais barato do mundo.

Seu concorrente vendia por 10 centavos.

Nathan cortou todos os gastos possíveis e começou a vender por 5.

Mas a coisa não funcionou.

Pelo menos não ocorreu o estouro que Nathan precisava.

Apesar do preço, o consumidor não se sentia confiante com aquele lanche.

Afinal:

Aquela carne processada pode ser feita de qualquer coisa.

Seria saudável?

Bem, a solução de Nathan foi a seguinte:

Contratar médicos falsos.

A descrição dada pelo The New York Times é a seguinte:

“Nathan contratou alguns jovens que, vestidos de jalecos brancos, ficavam em frente da lanchonete, consumindo seus cachorros-quentes. Isso trouxe os visitantes de ‘classe’. Eles decidiram que os lanches de Nathan ‘devem realmente ser bons porque todos os médicos estão comendo eles'”

Um simples truque pra quebrar uma objeção.

E a Nathan’s Famous decolou em vendas.

Ninguém morreu por consumir seus lanches.

O truque dos médicos falsos foi quase como um engano honesto.

(fui irônico no “engano honesto”)

E o que isso tem a ver com o aprendizado de piano?

Nada.

Tem apenas a ver com as perguntas que me fazem sobre tal e tal “método de 30 dias”, tal e tal “webinário matador e épico” ou sobre tal e tal “aplicativo revolucionário e mágico…”

Criem bom senso e leiam nas entrelinhas.

Se um truque pra convencer a comer um simples cachorro quente já não é lá uma coisa boa, imagina alguém que pretende ser um professor.

Tudo pode parecer inocente e um simples “engano honesto”, mas se tem alguém aqui que pretende seguir quem faz promessas mirabolantes cheias de letrinhas miúdas sobre o resultado, não tente buscar minha aprovação pra participar dessa decisão.

E acho que chega de falar sobre métodos mentirosos.

(pelo menos por enquanto)

(Nota: Totalmente iniciante no piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)

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A não é B e sim C

Se você aderiu ao aprendizado online ou qualquer variação em que você não tem um acompanhamento direto de um professor, você está dentro de uma modalidade de ensino autodidata.

Isso quer dizer que de alguma maneira você tem de ser o próprio professor.

A conclusão é que você precisa de algum conhecimento pedagógico.

Um dos mais importantes princípios pedagógicos que aprendi com o professor Olavo de Carvalho é:

“A não é B e sim C”

Confuso?

Vamos trocar em miúdos…

Inscrito aqui na minha lista, DAguimar Ribeiro fez a seguinte observação:

“A maioria das pessoas buscam uma forma mágica de aprender música! Poucos tem senso crítico e sabem discernir entre os que querem ensinar de verdade e os que tem outros objetivos e não se importam com ninguém só querem obter lucro das monetizacoes dos vídeos e vender e-books com dicionários de acordes sabendo que primeiro a pessoa precisa ter um preparo técnico para executar as progressões com ritmo e fluência.”

Comentário muito muito muito perspicaz.

Quando vamos aprender alguma coisa nova, queremos que alguém nos dê a fórmula mais simples possível.

Estamos procurando o ensinamento do tipo “A é C”.

Para o mundo do piano, estamos querendo algo assim:

“Aprender piano é colocar os dedos nas teclas certas”

Ou:

“Aprender piano é tocar escalas e improvisar”

Ou:

“Aprender piano é tocar acordes”

Ou:

“Aprender piano é ler partituras”

Ou:

“Aprender piano é copiar tutoriais”

Ou:

“Aprender piano é compra o curso tal”

Enfim, procuramos alguém que resuma o máximo possível.

É claro que música e o aprendizado de piano não podem ser resumidos nessas coisas.

Embora essas coisas façam parte da música e do aprendizado de piano de algum jeito.

Então, como uma espécie de anticorpo, o autodidata tem que ficar atento não apenas ao que é afirmado, mas também ao que é negado.

Como o DAguimar observou, se alguém está dizendo que basta você ter um dicionário de acordes, então está dizendo que não interessa como você toca esses acordes.

Por exemplo, é como se a fórmula do aprendizado fosse:

“Tocar piano é seguir o dicionário de acordes e não desenvolver seu ouvido ou sua sensibilidade de dinâmica”

Essa é a aplicação da fórmula “A não é B e sim C”.

É um jeito muito seguro de afinar seu senso crítico.

Claro que não é fácil aplicar essa fórmula em qualquer proposta de ensino.

Na maioria das vezes precisamos de tempo pra entender o que alguém está afirmando e o que está negando.

Mas essa é a vida dos autodidatas.

(Nota: Totalmente iniciante no piano ou teclado? Então conheça o Minicurso de Piano Para Iniciantes. Cadastre-se aqui.)

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Os dois tipos de canais de Youtube pra piano

Quase não consegui escrever o texto de hoje, mas assim que as visitas foram embora, resolvi fazer um comentário adicional sobre o vídeo que publiquei no sábado.

Basicamente existem 2 canais de piano no Youtube:

1) Aqueles que baseiam seu conteúdo em tutoriais.

2) Aqueles que querem ensinar alguma coisa.

Como meu objetivo não é ter inscritos, nem bombar de visualizações, só me interesso em continuar ensinando alguma coisa.

O vídeo de sábado é um exemplo disso.

Várias vezes já comentei sobre isolar e praticar trechos separados das peças.

Isso é essencial pra que todos os recantos do seu ser sejam preenchidos com o aprendizado musical.

Mas o mundo não é perfeito.

Qualquer solução que encontramos pra um problema, acaba inevitavelmente gerando outro problema e assim temos uma cadeia interminável, com a ressalva de que um bom estudo de piano acaba resultando em problemas menos relevantes do que um estudo ruim.

Bem, o principal problema de estudar por trechos é que por vezes a junção desses trechos fica meio tosca.

E na maioria, não sabemos o que está acontecendo.

Então vá até o meu canal do Youtube e veja o vídeo “Encontrando e destruindo a nota vilã no piano”.

É claro que os tutorias que são simples guias de teclas não podem ajudar a solucionar isto.

Um último detalhe sobre o estudo por trechos:

Na medida que você avança, os problemas de junção vão diminuindo em número, mas apenas se você estudar com consciência do que está fazendo, pensando em quais problemas e dificuldades estão surgindo. E tentando resolvê-los.

(Nota: Se você é um estudante intermediário de piano e sente que está empacado no aprendizado, faça seu cadastro pra receber o conteúdo Como Criar Exercícios Para Piano! Cadastre-se aqui.)

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Mister M em ação novamente

O novo vídeo publicado no Youtube mostra mais uma vez qual é o truque por trás da mágica de tocar piano.

O objetivo é encontrar e destruir os problemas ao juntar trechos estudados ao piano.

Confira aqui:

Uma das grandes opiniões erradas que tento combater com meu trabalho online é de que tocar piano trata-se de acertar as teclas corretas e que, portanto, estudar piano é apenas um estudo de qual tecla é preciso ser acertada.

Isso é uma simplificação enganadora.

Que mais atrapalha do que ajuda.

Uma das maneiras mais eficazes de encarar o estudo de piano é entender as dificuldades que aparecem e descobrir a melhor maneira de resolvê-las.

Assim é possível adquirir um canivete suíço de soluções.

E esse conjunto de soluções é o meio pelo qual você adquire a habilidade técnica de tocar piano.

Essa é a estrutura que forma o treinamento “O Pianista Aprendiz”.

Pra saber mais sobre o treinamento e participar, leia esta página:

https://www.aprendendopiano.com.br/pianista-aprendiz/