Uma banda, uma grande orquestra, um pequeno grupo, um violão e uma voz…
O que faz com que esses músicos em conjuntos, não importa se conjuntos grandes ou pequenos, não embolem toda a música e logo um violino está lá no compasso 40 e as flautas correram pro 42?
É o pulso musical que faz isso…
Ou melhor:
O controle do pulso musical…
Ou melhor ainda:
É o ‘senso rítmico’.
É a capacidade do músico perceber, a nível instintivo, que existe uma força de atração central (o pulso) e que as notas ‘acontecem’ ao redor dessa força, como uma dança ao redor de uma fogueira.
Peraí… eu disse INSTINTIVO?
Então é melhor explicar isso um pouco mais.
Instintivo não significa mágico, automático, totalmente inato, intreinável.
E outra:
Nem uma orquestra feita de profissionais…
Nem uma banda que tocam juntos desde 1974…
Vivem sem ensaio.
(não importa o que eles tenham dito em alguma entrevista sobre a ‘química’ do grupo)
Então o que estou chamando de ‘instintivo’ não é bem a mística toda que a gente pensa.
Lembremos ainda que numa orquestra temos o maestro regendo o pulso.
Numa banda, temos a bateria.
Temos os olhares dos músicos.
Enfim, o controle do ritmo é mesmo uma das bases da habilidade musical.
Precisamos dessa fogueira que guia nossa dança…
Senão vamos dançar no escuro…
Uns batendos contra os outros…
Numa desordem que não lembra música de nenhum jeito.
Se você quiser largar a confusão e a falta de ordem na prática de piano…
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