Qualquer pessoa que já tentou aprender piano conhece essa cena:
O professor ouve você tocar, aponta o que está errado, corrige a nota, ajusta o ritmo, pede mais leveza aqui, mais força ali.
E no final da aula:
“Estuda tudo isso até a semana que vem. Um abraço!”
O aluno sai satisfeito.
Sabe o que precisa melhorar. Tem um plano.
Mas passam-se dois dias e o que acontece? (sendo bem otimista)
O aluno senta ao piano e simplesmente trava.
Ele percebe que não sabe o que fazer:
“Repito com as mãos separadas?”
“Faço bem devagar? A música toda ou só os trechos difíceis?”
“Faço rápido para desenvolver agilidade ou no passo de tartaruga mesmo?”
“Metrônomo? Deus me livre. Acho que não vou por não.”
O sujeito fica perdidinho e não sabe muito bem por quê.
Mas isso acontece porque ninguém ensinou, no fundo, a coisa mais importante:
COMO estudar.
Parece um detalhe tão bobo.
Mas não é não.
Saber onde colocar a atenção, quanto tempo repetir, o que resolver primeiro, o que deixar para depois… são essas coisas que fazem o progresso acontecer. Quase inteiramente.
Com frequência paro para conversar com os alunos sobre como eles estão estudando. E quase sempre é o “elefante na sala”.
Nos meus cursos online, o foco está em exatamente isso: que você nunca saia de uma aula sem saber o que fazer na próxima vez que sentar ao piano.
Quer aprender sem ficar perdido entre as aulas?

