Existe um erro que aparece em 99,93% dos alunos de piano. Do iniciante até o avançado.
Não importa há quanto tempo está tocando.
Ele aparece assim:
A pessoa aprende mais ou menos as notas da peça.
Entende o ritmo de maneira geral.
E aí… vruuuummm… sai acelerando tudo.
Quer tocar no andamento “de verdade”. No andamento do YouTube, do Spotify, da gravação que ela tanto admira.
E eu entendo.
Quando você ouve uma música e ela te arrepia, o que você quer é reproduzir exatamente aquilo. Aquela velocidade, aquela fluidez, aquele impacto. A gente não vê a hora de sentir esse resultado saindo de nós mesmos.
E o pior é que todo mundo já sabe: TEM QUE ESTUDAR DEVAGAR! Mas ninguém se aguenta.
O problema é que música é igual fruta:
Não dá pra comer verde, “ripeness is all”.
E aí fica todo mundo preocupado em conseguir tocar rápido achando que tem algum problema com velocidade de maneira geral ao piano.
Só que não existe isso.
Velocidade é a consequência de um hábito repetido lento muitas vezes.
Sempre o que é para ser tocado rápido é um tipo de padrão repetitivo porque não seria possível tocar rápido algo que é aleatório e não obedece um padrão.
Portanto, vou aqui insistir mais uma vez:
O segredo para tocar rápido é tocar lentamente, muito bem, muitas vezes.
Quer aprender de uma forma que a velocidade aparece naturalmente, se você seguir os passos indicados?

