A grande poupança do pianista, aquele lugar de acúmulo de riquezas, seria o conhecimento teórico?
Acho que não.
Seria então seu instrumento, o piano, que se valoriza no mercado de piano?
Não.
(definitivamente, não)
Seria uma coleção de partituras raras?
Óbvio que não.
O grande capital do pianista é a sua técnica.
A técnica é o seu saldo bancário artístico, de onde se pode sacar a qualquer momento pra executar o que precisa.
Parece ótimo, não é?
Ter uma conta recheada de técnica, pronta pra ser usada.
Mas aqui entra o detalhe que muita gente esquece:
Ter muito dinheiro na poupança não garante que você saiba usá-lo direito. A história mais comum de gente que ganha dinheiro, é que ela torrou tudo sem se dar conta do que fez. Não só é preciso saber como se ganha dinheiro, é preciso saber como mantê-lo.
Ter técnica não faz automaticamente um pianista.
A técnica, por si só, pode ser apenas um monte de notas tocadas.
É a pirotecnia que pode deslumbrar por um segundo, mas que no segundo dois já enjoa.
O valor real da sua poupança técnica não está no quanto você tem.
Está em como você a usa.
É a diferença entre tocar todas as notas e fazer música.
A técnica é a ferramenta.
O pincel.
O martelo.
Mas a arte é a pintura.
A escultura.
A casa construída.
Se sua técnica não serve a uma intenção musical, ela é uma habilidade sem propósito.
Ela é seu baú de riquezas acumuladas…
Mas o que você faz com ela?
Conheça meu método de acúmulo e uso de riqueza musical aqui:




