A lei que governa tudo (inclusive o seu piano)

Para conseguir melhorar um pouco como pessoa a cada dia, é um esforço enorme. Tem que ter uma atenção grande, se corrigir pra caramba… subir de nível assim dá trabalho.

Agora, pra descer de nível é uma coisa simples, né? Fazer besteira a gente faz relaxadamente:

Ficou desatento com alguém do seu convívio, ou com a circunstância comum da vida, pode estar certo que alguma bobagem sai. 

Descer de nível é moleza.

E olha só: subir uma montanha é cansativo também. Precisa de mais força.

Dependendo da montanha exige até preparação. Subir fisicamente é mais duro e precisa de um esforço maior.

Já para desceeeer… apesar de não poder relaxar totalmente — para não rolar montanha abaixo —, pode-se dizer que está mais ligado a relaxar. Você não aplica o mesmo tipo de esforço.

Da mesma forma, quando um cantor precisa cantar uma nota bem aguda, ele precisa de mais força e acaba às vezes se espremendo inteiro para alcançar a nota. Fica todo vermelho.

Porém, para cantar mais grave ele precisa relaxar as cordas vocais, o aparelho fonador como um todo. 

Cantar mais leve é obrigatório para conseguir chegar em certas notas mais graves.

Deu para pegar a ideia, né?

Subir = esforço. Descer = relaxamento.

Daí vem o conselho tradicional que você vai aplicar ao piano: para dar expressividade à música — depois de saber bem as notas — vá aumentando a intensidade à medida que a melodia sobe, e diminuindo à medida que ela desce.

Eu batizei esse recurso de regra da montanha.

Não é uma regra universal, que se aplica a absolutamente todas as situações musicais.

Mas é um conselho prático que funciona na maioria das vezes.

E melhora substancialmente o resultado que você consegue no piano.

Quer aprender do zero e saber como e quando aplicar direitinho a regra da montanha?

https://www.metodorealdepiano.com.br/zpe/